Pues, chegou a hora.
Casa dos meus textos desde 2005, esse blog já há algum tempo não faz muito sentido. Tenho publicado por aqui somente textos curtos, links diversos, referências pros meus podcasts - coisas que me parecem mais apropriadas para o Twitter.
E vontade de escrever pra cá já não há. Nenhuma. Dia desses comecei a escrever algo, sobre música, e no meio do texto desisti do trabalho em favor de continuar lendo o Reparação.
O que eu tenho pra falar atualmente não me é mais importante do que o que eu tenho pra ler. E ouvir e ver e aprender, mas principalmente ler.
E tudo indica que não é algo passageiro. Não acredito que ficaria um, dois meses sem postar e depois voltaria. Tem mudanças que nos ocorrem internamente e que não deixam dúvidas, como uma engrenagem que se adiciona ou subtrai de um mecanismo e muda a relação do todo. Esse é o caso aqui. Um blog de assuntos variados como O Padre Hippie Voltou não mais me apetece.
Então era isso. Acabou por aqui. O blog continua no ar, enquanto eu vagarosamente faço o backup dos posts que gosto, mas em breve eu pretendo deletá-lo.
(Minha presença digital segue no Twitter, no Baixaria e ocasionalmente em resenhas pro Banana Mecânica.)
Toma lá um abraço, e obrigado pela companhia,
Diego
Terça-feira, Julho 08, 2008
O Padre Hippie acabou
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Diego Franco
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9:19 PM
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Categorias fim
Quinta-feira, Junho 19, 2008
Quarta-feira, Junho 18, 2008
Reaction
Apesar da concorrência acirrada do gordinho de azul - bom piadista e melhores caras de nojo - e do moleque de vermelho no fundo - você faz noção de que tem até TERNURA naquele sorriso? - meu personagem preferido é o de boné preto. Imbatível.
Quer dizer, ele mesmo se bate.
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Diego Franco
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1:23 AM
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Categorias vídeos
Sexta-feira, Junho 13, 2008
mais noel
A respeito de Noel, vale esse texto do Alexandre Soares Silva, e essa parte em particular:"Foi um inglês que compôs e cantou suas próprias músicas ("Mad dogs and Englishmen", por exemplo), cantando num estilo que te parece antiquado, seu filisteu – mas na verdade é o estilo com que os anjos cantam quando querem impressionar Audrey Hepburn nas longas festas que dedicam a ela no céu."
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Diego Franco
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1:18 PM
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de la soul
n tropical climes there are certain times of day
When all the citizens retire
To tear their clothes off and persprie.
It's one of those rules that the greatest fools obey,
Because the sun is much too sultry
And one must avoid its ultry-violet ray.
Papalaka papalaka papalaka boo,
Papalaka papalaka papalaka boo,
Digariga digariga digariga doo,
Digariga digariga digariga doo.
The native grieve when the white men leave their huts,
Because they're obviously definitely nuts!
Mad dogs and Englishmen
Go out in the midday sun,
The Japanese don't care to.
The Chinese wouldn't dare to,
Hindoos and Argentines sleep firmly from twelve to one.
But Englishmen detest a siesta.
In the Philippines
There are lovely screens
To protect you from the glare.
In the Malay States
There are hats like plates
Which the Britishers won't wear.
At twelve noon
The natives swoon
And no further work is done.
But mad dogs and Englishmen
Go out in the midday sun.
It's such a surprise for the Eastern eyes to see
That though the English are effete,
They're quite impervious to heat,
When the white man rides every native hides in glee,
Because the simple creatures hope he
Will impale his solar topee on a tree.
Bolyboly bolyboly bolyboly baa,
Bolyboly bolyboly bolyboly baa,
Habaninny habaninny habaninny haa,
Habaninny habaninny habaninny haa.
It seems such a shame
When the English claim
The earth
That they give rise to such hilarity and mirth.
Mad dogs and Englishmen
Go out in the midday sun.
The toughest Burmese bandit
Can never understand it.
In Rangoon the heat of noon
Is just what the natives shun.
They put their Scotch or Rye down
And lie down.
In a jungle town
Where the sun beats down
To the rage of man and beast
The English garb
Of the English sahib
Merely gets a bit more creased.
In Bangkok
At twelve o'clock
They foam at the mouth and run,
But mad dogs and Englishmen
Go out in the midday sun.
Mad dogs and Englishmen
Go out in the midday sun.
The smallest Malay rabbit
Deplores this stupid habit.
In Hongkong
They strike a gong
And fire off a noonday gun
To reprimand each inmate
Who's in late.
In the mangrove swamps
Where the python romps
There is peace from twelve till two.
Even caribous
Lie around and snooze;
For there's nothing else to do.
In Bengal
To move at all
Is seldom, if ever done.
But mad dogs and Englishmen
Go out in the midday sun.
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Diego Franco
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1:15 PM
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Categorias música
Terça-feira, Junho 10, 2008
Quarta-feira, Junho 04, 2008
Pikachu
"Melody Watkins não deveria estar aqui. Ela vive em Pine Bluff, Carolina do Sul, desde que nasceu. Ali estudou, trabalhou na Langley Informática, casou-se com Lucas no cartório local e deu à luz na clínica do Dr. burton.
A escola e o cartório ainda existem... mas a Langley Informática foi vendida há dez anos, e o adorável doutor foi sepultado perto do túmulo de Lucas há um ano."
O Todo Prosa tem a "Começos Inesquecíveis", série de nome auto-explicativo que traz soluções brilhantes pra esse momento especialmente tenso de qualquer texto literário: as primeiras palavras, os primeiros parágrafos.
Agora, há dois minutos, reli algo que há muito tempo não lia, e fiquei encantado pelo seu início. É o entre-aspas aí acima. É um começo cheio de pistas, de potência e, porque não, de estilo. O narrador se põe na cena logo na primeira frase, todo opinoso, e em dois parágrafos já se desenha como alguém de quem eu gostaria de ouvir uma história.
Pena que a partir da frase imediata ao final desse trecho tudo descambe, se reduzindo, afinal de contas, ao que deveria ser mesmo. Esse é começo de uma historinha de um gibi dos X-Men, daquela fase do final dos anos 90, hiper confusa, cheia de separações e sagas mancas, que marcou a saída da Marvel da Editora Abril.
(Dia desses folheei na banca o similar atual das revistas X-Men e Wolverine, gibis que eu colecionei durante uns dez anos, na adolescência. Como foi muito rápido, não dá pra ter certeza, mas acho que vi o Pikachu em um dos quadrinhos.)
Apesar disso, esse começo me ganhou. Não chega a ser inesquecível como os do Sérgio Rodrigues, que não só são aberturas maestrais, mas aberturas maestrais para livros maestrais, mas deu saudade de uma época minha. Essa sim inesquecível.
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Diego Franco
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11:39 PM
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Domingo, Junho 01, 2008
Player instalado
Então que agora tem esse player instalado aqui n'O Padre Hippie, viram?
Esse ícone de play ao lado dos arquivos mp3, quando clicado ativa o bicho e achei prático.
Tem alguém usando, gostando, desgostando?
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Diego Franco
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1:36 PM
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Categorias administrativas


